Eu tinha uns 18 anos quando era noiva de um cara aí, durante um tempo pensei que ele foi o grande amor da minha vida, mais pensando na quantidade de chifres que ele teve na cabeça, acho que essa história de grande amor não existe muito. Posso garantir que o namrado ciumento foi uma grande pica que passou pela minha vida.
Mais esse foi o primeiro cara que me fez gozar, a primeira pica boa, já tinha dado para outros, mais não achava graça nenhuma, preferia sair beijando todo mundo e ficar só nos amassos, porque sexo até então era algo sem graça, que só servia para dar prazer aos outros e nunca a mim, não sentia nada do que lia nas revistas, nada do que minha irmã e amigas falavam.
Foi quando arrumei esse cara e nessa época já não dava pra ninguém há um bom tempo, meses de namoro para eu liberar alguma coisa, mais chega uma hora que os amassos vão ficando mais quentes e não tem como segurar a periquita.
Ele ainda não tinha carta e não namorávamos em casa então não tinha como rolar, e por incrível que pareça eu era tímida, por isso nunca me convidou para ir a um motel a pé. E com toda certeza do mundo naquela época eu não iria.
Marcamos de fazer uma viagem, só nós dois, tipo romance. Nada muito explícito. Fomos para Lindóia, não tinha nada para se fazer na cidade, na verdade o que queríamos fazer só precisava de um colchão...
Pegamos aqueles ônibus no terminal e fomos para Lindóia, chegamos lá achamos o apartamento que alugamos, minha mãe sabia que viajava com o namorado, fizemos as ligações para avisar que estávamos bem, naquela época não existia celular.
Fiz um jantarzinho rapidinho e sabe quando fica aquele clima meio tenso.... Ele também estava com vergonha, sempre gostei de lingerie, faço coleção desde que me conheço por gente, coloquei uma camisolinha bem meiga e fui pra cama.
Ele era alguns anos mais velho, sexualmente mais rodado, graças a Deus. Aquela foi a primeira vez que gozei de verdade, nunca tinha sentido nada igual, eu amo homens com mão grande e que seguram com força, e isso ele sabia fazer, sua fome era tanta que dava a sensação que iria me atravessar, enquanto me penetrava de quatro brincava com o meu grelinho. Naquela noite foi uma só, dormi sorrindo com a cabeça no ombro dele.
Eu era bem menininha, ele me lapidou, me ensinou a ser mulher, me deixou do jeito que ele gostava, devo muito a esse homem, ficamos juntos uns dois anos, e mesmo não sendo 100% fiel eu o amava, meu coração é cheio de amor (kkkkk), pensei sim em casar com ele e ter filhos. Tanto que me casei com outro para esquecê-lo.
Entrei numas neuras, porque o meu comportamento era totalmente diferente do que fui criada, eu tenho um gênio do cão, quando você traí muito acaba perdendo o respeito pela pessoa,ela passa a ser indiferente e assim aconteceu com esse noivado.
Ele me ensinou muito e eu queria sair por ai colocando em prática as aulas, ele tinha um ciúme possessivo, e chegou uma hora que o fim era a melhor solução.
O namoro foi incrível, se queria trepar não tinha tempo ruim, ele não tinha medo de nada, transávamos na cozinha da casa dele com a família no sofá vendo TV, embaixo da janela da minha mãe, no banheiro, no motel, no carro na porta de casa, na rua, no meu quarto com toda a família em casa, ia no cinema de cinta-liga sem calcinha só para provocar, na balada, no corredor, na praia, no mar. O cara nunca negou fogo.
Bom, provocar era o que eu mais gostava de fazer, estigava ele ao máximo, ele dizia que sentia a minha presença, minhas mãos percorrendo seu corpo mesmo quando eu estava longe, eu já era expert em massagem tailandesa, tinha cabelos compridos e usava tudo que podia para dar prazer.
Sempre gostei muito de praia, minha mãe tinha casa lá e passávamos muitos fim de semana só os dois, transando como se o mundo fosse acabar. Foi muito difícil para ambos quando acabou, porque apesar de eu ter compulsão e sempre precisar de mais, ele me completava uns 90%.
O ano passado o reencontrei, vi que ele esboçava desejo manter contato, eu estava com a cabeça cheia, precisando resolver outros problemas, me arrependi de não ter parado e conversado, esse é um cara que eu adoraria dar agora, só pra saber se esses dez anos fizeram alguma diferença. Porque eu gosto é de homem experiente, que me surpreenda.

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