terça-feira, 7 de outubro de 2008

Bancando o corretor de imóvel

Eu já falei aqui do meu amor platônico, falando em sexo ele é uma das experiências mais gratificantes da minha vida, ele simplesmente não gozava, me comia até eu não agüentar. Que ROLA era aquela, grande e bemmmmm grossa, tinha sempre que me deixar bem afim, para eu agüentar aquela vara toda e ele sempre me deixava, chega a dar água na boca só de imaginar.

Eu sou totalmente sem noção quando quero uma coisa, atravessava mais de 500km só para trepar com ele, voltava na segunda direto para o trabalho, com o corpo quebrado, roxo e a boceta ralada de tanto dar, e quando sentia dor ria, nunca reclamei, porque lembrava o motivo.

Ele morava sozinho em um condomínio simples, foi quando optou a se juntar com mais dois amigos e morar em um de luxo, com 4 quartos . Num sábado à tarde, Já tínhamos transado até ficar pálida pela manhã, ele resolve me levar para conhecer o próximo lar. O danadinho já tinha esquematizado tudo, a casa estava fechada mais a porta da garagem aberta, todas as casas eram sem muro e tinham suas respectivas piscinas, como era verão o condomínio não estava vazio, vez ou outra carros transitavam, famílias se divertiam com churrasco a beira da piscina, sabe como é o Sul.

Ele parou o carro na porta e levantou o portão da garagem, entramos, apertou o botão e conforme a mesma ia descendo aparecida um sorrisinho sacana em sua cara, ali mesmo ele me encostou na parede e começou a me encoxar com força.

Percorreu meu corpo que se tornava minúsculo diante de tanto desejo, só de imaginar me arrepio, tirou meu peito pra fora e sugou-o bem devagarzinho, me segurou pela cintura e ergueu uma das pernas, suas mãos quentes percorriam minhas coxas.

Foi quando foi me beijando e descendo, com cuidado, todo molhado, enfiou a face embaixo da minha saia e me deu sua língua faminta, quente, gulosa, lambeu os grandes lábios, enquanto segurava minha calcinha de ladinho, aquela respiração quente e ofegante, mais o risco de sermos descobertos me enlouquecia, começou a me sugar, me lamber, isso que eu gostava nele, nasceu pra chupar boceta, não ficava só ali no grelinho, explorava tudo, literalmente me comia com a boca, com os dedos....

Eu tava que não me agüentava mais, quando implorei que me fodesse com gosto, a delicadeza acabou ai, me pegou pelos cabelos, me virou de bruços contra a parede, eu arrebitei a bunda, estava com os peitos todo pra fora da blusa, ele encaixou seu pau na minha xana de uma vez, perguntava ao pé do meu ouvido: Assim que você gosta?! Quer que eu te fodo, quer delícia? E Bombava, parecia que ia atravessar, me virar do avesso, explodi com um urro, o corpo ficou todo mole, mais um pouquinho e de novo, orgasmo múltiplo, gozei tão gostoso que até chorei.

Coroa

Queria porque queria sair com um coroa, só para ver como era, por curiosidade mesmo.

Conheci um na hora do almoço, marcamos de tomar um choppinho e o tio já veio cheio de dedos, como eu odeio homem assim, parece que nunca viu mulher, já quer comer logo de cara, eu não sou difícil, mais pelo amor....

E outra coisa, sonhou que eu ia dar pra ele e ainda mais dentro do carro, não pensei duas vezes, abri a porta, desci e fiquei acenado de longe, sinceramente sou impaciente e não gosto de perder tempo, desperdiçar energia jamais.

Sempre tratava com um cliente, advogado, cara bacana, 45 anos, cheio de tiradinhas espertas, bom papo, decidi encontrar pra tomar um choppinho mesmo sem nunca ter visto ao vivo, o papo era bom, e não estou fazendo nada mesmo...

Logo pelo carro já notei que alguma coisa devia ser pequeno... Todo cara que tem Sedan de luxo tem alguma coisa pequena, é a lei básica da compensação rsss Neste caso era ele mesmo, eu toda lindona, blusa de seda, salto agulha, toda mulherzinha, com meu anãzinho de jardim. Tomamos um chopp, batemos um papo e dei uma de lisa, deixei em stand by.

Claro já tinha outro esquema para a noite e com toda certeza era bem mais interessante. Deixei esse querido por algumas semanas com água na boca, porque afinal só rolou um beijo na hora de ir embora.

Não estava afim de seduzir, queria sim ser seduzida, e cara se tem uma coisa que eu piro é no joguinhos que os homens fazem quando querem comer uma boceta, eles são tão patéticos que chega a ser hilário, e tem momentos que eu explodo por dentro...

É mais ou menos assim, as situações acontecem, eu passo e emocional (todo falso) e racionalizo, entro no jogo e deixo ele pensar que dá as cartas. Bom quanto ao segundo encontro. Me convidou para ir num concerto de música erudita, me pegou na facu, mais antes eu tinha feito um pit stop básico com um querido delícia de sala, nada demais, ralação e só.

Show interessante, fui de vestidinho estratégico, ele me convidou para tomar uma taça de vinho em seu lar-doce-lar, claro que aceitei, além do mais ele não tinha intimidade para propor algo mais. Como estávamos pertinho do Itaim... cavalheiro, atencioso, serviu um bom vinho do porto.

Ele era separado, apartamento sofisticado, sem traços femininos, mais bem decorado, resquícios de viagens, o cara morou fora alguns anos... como ele pediu para que eu ficasse a vontade, falei que estava morrendo de calor, ele ligou o ar e eu pedi uma toalha e me ofereci um banho, ele aproveitou e foi tomar em seguida, bobinho, nem para ir atrás de mim. (Pensei)

Apartamento a meia luz, Adriana Calcanhoto na vitrola e eu esperando o menino, todo cuidadoso, aquela embromação toda, foi quando me cansei e fui pra cima, os amassos começaram na sala e as roupas seguiram como uma trilha até o quarto.

A diferença de altura não era nada, pau grosso do jeito que eu gosto, ele sabia direitinho a lição, é a diferença dos que pensam que sabe, me fez gozar assim que caiu de boca no meu sexo, rebolava gostoso em sua boca, não me fiz de rogada e o presenteei-o com o que ele chama de melhor oral de sua vida, e modéstia a parte, não faço para agradar, faço porque gosto e gosto muito do que faço, sem pressa, sem o intuito de fazer o homem gozar logo, na hora que eu senti que ele não estava mais agüentando, abri a janela, fiquei de costas com os braços apoiados na janela e pedi para ser penetrada assim, olhando as estrelas e dando show a algum vizinho mais atento.

Quando acabou ele era só carinho, todo meigo, levou até toddy na cama, porque eu gosto de tomar uma xícara de leite antes de dormir, ele era calvo, mais era todo inteiro, corpo forte, deitei em seu peito e já comecei a desejá-lo novamente , fui para cima e ele agüentou, mais uma, mais outra, na seguinte ele pediu para que eu não matasse o velho, no dia seguinte acordei atrasada para o inglês e ele queria que eu fosse numa regata com ele. (sem modelito apropriado, nem pensar).

Me ligou algumas vezes, mais desse eu fugi, atencioso, carinhoso, bom de cama e sabe que amor de pica... já viu e nessa época a última coisa que eu queria era me apaixonar.

terça-feira, 30 de setembro de 2008

O Vizinho

Eu não sou muito de reparar nas pessoas, péssima fisionomista. Era época de páscoa, estava voltando do happy hour com as amigas, quando sobe uma “coisa” no metrô, com o kit canalha completo, músculos, cavanhaque, cara de safado, careca. E ainda carregava uma sacola com ovos de páscoa, procuramos aliança, nada.

Entre nós o comentário foi: -Nossa, nossa, nossa!!! Tudo de bom, claro que se ligou e eu fiquei bem na minha, deixei as meninas darem tudo de si, porque vivo nem aí mesmo. Estratégia de marketing. Por coincidência ou não o cara desceu na mesma estação que eu, andei normalmente e vi que ele estava me acompanhando, comecei a subir a rua de casa, não agüentei e falei, pára de me seguir,rssss!!!

Ele: Não estou te seguindo, estamos indo para o mesmo lugar, sou teu vizinho, moro algumas casas na frente da sua. Aproveitei a deixa, que bom pelo menos assim não subo a rua sozinha. Ele disse que sempre me via e eu nunca tinha notado ele, respondi que era impossível não notar.
Me deixou na porta de casa, trocamos telefone e um beijo de cantoneira. Bingo! Já tava no meu nome. Marcamos de nos encontrar na balada, mais ele demorou para chegar e quando chegou eu já estava acompanhada, pra variar. Dei um Pelé no namoradinho e fui embora com ele, que não percebeu nada.

Beijinhos pra cá, pra lá, mãozinha dada, e eu nem querendo ser difícil, foi quando começou a me esperar no caminho da facu, demorou uma semana pra me comer, incompetente! arrastei ele pra casa, perguntei se não queria me fazer companhia.

Não deu outra, eu toda achando que ia me dar bem, grandão, fortão, pintão e na hora da pegada sei lá, não dava jogo sabe, tipo faltava coordenação motora, parecia mais um trampo, eu tava lá dando tudo de mim e o cara perdidão total. Os beijos eram gostosos, mais o pega pra capar deixa muito a desejar.

Putz, não tem coisa pior nesse mundo do que homem ruim de cama, pode ter o pinto que for, mais se não tiver a pegada não rola, e nesse caso não rolou mesmo, começamos a conversar e logo notei que a criança era inexperiente.

Ok, Joguei pedra na cruz, mais amos lá que eu sou uma alma caridosa, adoro dar a quem tem fome.Ainda com toda paciência do mundo dei duas semanas de aula pro bonitão e além do cara ser meio fraco, ainda começou a ficar apaixonadinho, não deu outra, botei pra correr e pedi para aparecer depois que arrumasse uma namorada com mais de 25 anos,rsss.

Não adianta, sou mal criada, se não rola sentimento, aperto o botão do foda-se e tô nem aí. Me diverti muito nessa vida, mais perdi muito tempo também, já que homem não vem com bula e existe muita propaganda enganosa no mercado.

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

O guarda-costas....

Comentei meio que por cima de um segurança que conheci uma vez indo para a facu. Negrão, grandão, fortão, cara de homem, daqueles que te pega pelo cabelo, sem dó. Tenho um certo tesão por homens rústicos, é como se fosse um cavalo selvagem esperando ser domado.

E eu só ocupo esse lugar de forma teatral e quando me convém ser, a meiguinha, a menininha, a inocente, porque bem, não preciso nem explicar que essa mulher é um disfarce. Então, estava entrando no metrô lotado para ir a facu quando parei de frente com o meu segurança, agradei logo de cara, e fiquei dando a de tímida na troca de olhares, desci na próxima estação e ele veio atrás, puxou papo, trocamos telefone.

Me ligou no mesmo dia, marcamos encontro no dia seguinte e já rolou um beijinhos, eu toda bancando a menininha, malhava o negão até não querer mais, só não deixava colocar suas mãos dentro da minha roupa, eu mesmo não vou metendo a mão logo de cara, nem preciso colocar a mão dentro das calças pra fazer o peão passar mal.

Então vamos lá, fiquei um mês encontrando com o meu guarda-costas, e daquele jeito, eu já sabia que ele era noivo, então não estava mais nem aí, pra bancar a moça pudica, chegava já grudando no corpo dele, dizendo que senti saudades, perguntava se queria ver uma coisa, e mostrava a lingerie pelo decote. –Amor! É da cor que você gosta?!

O cara literalmente passava mal, colocava vestidos bem molinhos, pra ele sentir o meu corpo todinho quando me encontrasse, passava a mão dele pelo meu corpo, pedia para ele imaginar o tamanho da minha calcinha, enquanto passeava com a mão dele.

Uma vez no bar da facu sentei em um local estratégico e levantei o vestido para que ele pudesse ver minha calcinha, tocar minhas coxas, judiava mesmo, e me divertia horrores com isso. Nesse dia ele foi de calça de moleton e foi embora com a calça molhada.

Isso era só aperitivo, ele temperava e eu me divertia com os outros, deve ter sido assim para ele, a única diferença é que a opção era minha, eu é que conduzia a situação para onde desejava, o meu anjo negro me ligava umas três vezes por dia e estava falando até de namoro, esses homens sempre estragam a brincadeira.

Quando você não esta nem aí, tira a maior onda, trata de qualquer jeito eles se apaixonam. Já estava cansada de levar o peão no banho-maria e deixei ele conduzir as coisas. Ou seja, me levar para o motel, imaginei que ia me acabar, nossa, se você visse a largura do homem, tipo um cavalo reprodutor, pura sangue.

Estávamos naquela pegação quando, quando ele colocou camisinha e tentei montar, tentei né, porque o pau dele não deixou, isso já aconteceu muito comigo, acho que boto medo nos homens. Beleza, vamos começar tudo de novo, sem muita afobação e deixei ele conduzir tudo, ele falhou, mais uma vez, e ele falhou de novo.

Ele levantou foi tomar um banho e eu coloquei no cartoon, quando ele voltou perguntou o que eu estava fazendo, apontei para a Tv e chamei ele para assistir desenho comigo, é melhor a gente ver isso, porque eu acredito que essa é a única forma de diversão por aqui.

Ele, mais isso..... Eu sei, eu sei, isso nunca aconteceu com você, você não sabe o que está pegando, tranqüilo, senta aí e me faz companhia. Tudo bem natural, tinha até passado a minha raiva, quando o bonitinho vira pra mim e vem falar de sentimentos, que eu não posso tratá-lo assim que ele tinha sentimentos.

Ah! Tá brincando? Eu não sou sua noiva, com ela você tem esses seus sentimentos, o tipo de sentimento que eu quero ter com você é outro bem diferente...

Fomos embora, e um ano depois desse dia fatídico ele ainda me ligava, querendo outra oportunidade, eu respondia que não queria sentar em cima de um prato de macarrão, que na minha casa tinha TV paga e não precisava de ir no motel assistir desenho. Mega delicada!!!!!

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

A visita

Finalmente fui a casa do Baco, ele morava com o irmão que vivia fora na casa da namorada, praticamente morava sozinho, adorei a casa.

Ele tinha uma cachorra e era super doce com ela, homem afetuoso, casa limpa, geladeira só com coca e cerveja, tomei banho, me levou toalha no banheiro, coloquei um vestidinho e o cara ficou no desespero, tem tesão absoluto por vestido, cabelo solto, vestido e perereca cabeluda, que não era meu caso, então comecei deixar crescer um pouquinho para agradar o cliente.

O quarto dele era tudo, cheio de informações, uma parede inteira com aqueles cartões tipo Johnny Walker, tinha poesia até no teto em cima da cama de solteiro. A sala cheia de almofadas e um tapetão imenso. Curtia massagem, incenso, baseado, Erykah Badu na radiola.

Do jeito que eu entrei no quarto ele já me colocou em pé contra parede, levantou meu vestido tirou minha calcinha e começou me chupar, chega dava desespero, porque eu queria era a sua vara, o pinto dele era enorme, mais não era grossão, então dava pra agüentar sem dor. Na hora que me tirou do chão e me socou vara encostada na parede gozei tanto que cheguei chorar.

Ali ele estava batizado, com a maior certeza do mundo passaria um bom tempo servindo aquele homem. Ele fumava um baseado e ficava numa inspiração que eu vou te contar, tinha vezes que eu fumava também e aí o bicho pegava, em mim os sentidos ficam mais lentos e mais intensos. Passava a noite inteira trepando e ia trabalhar arrastada.

Comecei sair do trabalho e ir para a casa dele, ele chegava antes, fazia o jantar, tomava banho, pegava a moto e ia me buscar no metrô, ali eu já ia esfregando os peitos nas costas dele, ora ou outra dava uma patolada, ele dizia que só de escutar minha risada por telefone já ficava de pau duro.

E eu cada vez mais mulherzinha, cheia de amor pra dar, usava vestido sem calcinha só pra ele passar mal, chupava seu pau com gosto, deixava ele no desespero, louco pra me pegar e isso era o que eu gostava, balançava com suas estruturas o viciei, se a jontex me conhece nessa época rolava um patrocínio.

Ali eu já conhecia o irmão, a cunhada, o pai, a madrasta, meio-irmãos, avó, tava ficando sério e eu correndo de compromisso, pensa num homem safado, acho que sou eu de saia. Dei pra ele o melhor sexo de sua vida, paguei da melhor forma todo seu carinho e dedicação.

Nunca tinha comido um rabinho, as meninas desanimavam quando viam o tamanho do pau, ele não me pediu, eu ofertei, só pedi para deixar com muito tesão e que depois eu faria tudo. Não deu outra, eu sempre fui previnida e carregava minhas coisas, ele entrou embaixo de mim, igual um mecânico entra num carro, eu de cima só observando a cena, abocanhou minha boceta inteira, ela latejava, eu me contorcia, joguei na cara mesmo, rebolava, ele me puxava, invadia minha grutinha com a língua, com aquela vontade, todo guloso. Eu me desesperava, puxava os próprios cabelos, o corpo escorria suor.

Ainda provocava, chupa sua putinha, assim, bem gostoso.... que eu deixo você foder no rabinho, o pinto do cara estava explodindo só dele me deixar louca, ele não agüentou e me botou de quatro pra foder na buceta, só pedi para ele não gozar, deixei ele bombar um pouquinho, lambuzei-o de KY e ofereci meu presentinho, fui colocando de pouquinho, sentia dor beijava, colocava mais KY e metia mais um pouquinho no rabinho foi quando pedi para me penetrar junto a grutinha com o dedo, o tesão era tanto que a dor era o de menos, só de pensar já me sinto latejar.

Estou pronta, vem, te quero com força, pode me foder com vontade, e ele feio seco de desejo, me enrabando de quatro, me chamando de vadia, me puxando pelos cabelos, do jeito que eu gosto, nessa hora esqueço tudo, esqueço até quem é que está me comendo, aquele vai e vem gostoso e eu com os dedos no meu grelinho gozamos gostoso e juntos.
Dá água na boca só de lembrar.

Baco

Precisava arrumar um namorado meio que fixo urgente, mais um cara em potencial, piro em missões impossíveis.

Estava pegando um segurança, mais naquele esquema de menininha, amasso, deixa o cara molhar a calça e pronto, sai da facu e fui para uma Balada Black sozinha, não tenho problema algum em sair sozinha, ainda mais quando estou no cio.

Conheci um cara interessante, cara meio de mau, com dread... Pegadinha light, mais isso eu dava um jeito. Depois de algumas horas que comecei pegar vi que era um carente de plantão, e eu entendo porque homens correm de mulheres-carentes-grudentas, isso é uma desgraça. Me arrependi até o último fio de cabelo de ter dado meu telefone, o cara morava sozinho, do jeito que eu gostava, adoro órfão, sem mãe pra encher o saco, pra fazer a social, sem almoço de domingo. Sou mais macho que muito homem. Mais cara todo delicadinho, maior abandonado não vira, só faltou chorar porque eu disse que não iria dormir na casa dele.

Eu por dentro já fiquei pensando, puta-que-pariu, devo ter jogado pedra na cruz. Dei um perdido no chorão e vi um Deus de ébano no meio da pista, estilo bem alternativo do tipo não tô nem aí, todo gibizinho, com um cabelão Black-power enorme e uma cara de esnobe até não querer mais, mais que 1,90m, bati o olho, e falei é meu.

Logo fiquei na imediações e vi que o ego era imenso, pirei, tinha uma banda muito foda se apresentando, puxei papo com ele, mais tava muito barulho e rolou o necessário, fim de festa é pauleira pra conhecer alguém, e ele nem foi muito solicito nem nada. Arrumei um jeito de sairmos juntos “coincidência” e fomos até o metrô, começamos conversar, disse que queria aproveitar a companhia porque tinha medo de fazer aquele percurso sozinha, ele foi super bacana, trocamos telefone e pegamos metrô juntos.

Imaginei que ficaria apenas naquilo, que teria que me dedicar pra tirar coelho daquele mato, ledo engano, ele desceu antes de mim, me deu um beijo e pediu para descer junto. Eu não desci, a noite não me rendeu muita coisa e eu não queria me decepcionar. Além do mais já era sábado e eu precisava descansar porque tinha esquema forte mais tarde.

Ele me ligou durante a semana e marcamos um cinema inocente, super de boa, filminho, pipoca, carinho, beijinho, a namoradinha, mãos dadas. E eu só pensando naquele tamanho de homem, eu piro em homens grandes, esse com mais de metro então, todo largadão, do tipo em que você jamais coloca no sofá da tua mãe.

Aquela cara de esnobe me dava tesão, vou entrar nesse cara e ele vai perder essa pose fácil e eu não tava a fim de ficar enrolando, demos uns pegas gostoso, mais ele não me convidou, fiquei na minha, ficou todo feliz quando percebeu que e tinha cabelos cumpridos, soltou-os na hora e ficou cheirando.

Fui buscar ele na facu,tomamos uma cerveja no bar e logo rolou o convite, eu louca para ir na casa dele e ele me levou num motel, eu gosto de ir em casa, porque vc sabe mais do que a pessoa pode dizer. Pegada gostosa, mais o cara fez a merda de gozar antes de mim.

Sorry, eu não consigo esconder a minha cara de paisagem e insatisfação, foi quando ele teve a capacidade de perguntar se foi bom pra mim? Cobri minha cabeça com o travesseiro, respirei fundo (porque eu queria ficar um tempo com aquele brinquedinho novo), ainda pergunta? claro que não, eu não gozei.

O cara voltou do banheiro na hora, com aquela cara de quem viu assombração, acho que nenhuma mulher tinha dito isso para ele, não seja por isso. Abriu minhas pernas e me deu todo o vigor da sua língua, bingo, esse chupa porque gosta, pensei. Abri bem as pernas e ofereci todo meu sexo para degustação, fiquei alguns minutos tendo a visão do paraíso até que senti aquele calor gostoso esquentando meu corpo, logo em seguida me botou de quatro e me fodeu em silêncio me segurando pelos peitos.

Pensei vou me divertir muito com esse aí.

Bombeiro

Eu tenho uma tara por farda, acho que toda mulher tem, nunca consegui realizar... Porque os fardados que caíram na minha rede eu conheci sem farda e o único que eu cheguei as vias de fato não quis usá-la.

Conheci o Marcelo* em uma balada sábado à tarde, alemãozinho todo trocundinho, não gosto de homens muito magros, meu ex-marido era magrelo e eu corro desses homens com aparência frágil.

Cheio de graça e eu nem um pouquinho difícil por conta do álcool logo peguei, ali nada passou de uns amassinhos básicos, amei os amigos dele, foi quando eu descobri que eram todos bombeiros, aí enlouqueci, não podia perder contato com o guri.

Trinta e poucos anos, noivo, acreditei que o cara não ia decepcionar. Dei uma valorizada no produto e marcamos dele me buscar na facu durante a semana, assim foi o prometido, tudo bem que militar ganha pouco, mais não esperava que o cara fosse me buscar com um puta pau velho,rsss

Até aí, não seria namorado mesmo, não fazia tanta diferença, estávamos lá no seu meio de locomoção, quando ele perguntou se eu queria comer alguma coisa, quando sei que o cara já tem alguém, não tem porque gastar charme, já falei logo de cara que queria comer ele.

Tattoo nas costas inteira, pernão, bundão, bração, olhava ele como se fosse um pedaço de carne pendurado na vitrine de um açougue, boxe branca – assim acaba com a mamãe. Eu não me fiz de rogada, peguei o alemão de jeito, ele todo encantado perguntou se eu sou sempre carinhosa desse jeito, respondi que só quando me convém.

Que pau lindo, todo rosinha, cheirosinho, depiladinho, cai de boca num 69 bem delícia, eu gosto de chupar um pinto, faço por amor, não faço com todo mundo, só quando dá aquela coisa, ali mamei gostoso, suguei, fiquei no sobe e desce, fiz parafuso, só pra ter o prazer de ver ficar monstro, ver o tamanho máximo, ele já era bem dotado, quando provocado então.... Provoquei o máximo e coloquei camisinha com o boca.

Tava naquela inspiração, ele não precisou fazer nada, montei nele e fiquei só rebolando na cabecinha, sem deixar ele penetrar, olhava nos olhos, ria, gemia bem gostoso só para provocar, arqueava o corpo para frente, oferecendo meus peitinhos para ele mamar, toda meiguinha, ora rebolava só na cabecinha, ora mergulhava a boceta inteira em seu pau, enquanto não escuto o homem gemer não me satisfaço.

Conduzi sua mão até o meu grelinho, ai a brincadeira começou ficar boa, descia rebolando no seu mastro foi assim até eu gozar, não demorou muito para que ele explodisse dentro de mim. Já queria outra na seqüência, mais alguns brancos não agüentam trincar assim, precisou de um tempo para se recuperar, tranqüilo.

Fiquei ao seu lado com toda paciência do mundo fazendo carinho e esperando a criança ficar disposta, metemos na mesa e ele me fodeu de quatro, me puxando pelos cabelos, só não foi mais perfeito porque depois eu queria mais. Na hora ele falou, calma menina é uma por noite, as coisas não são assim.

Uma com noite é com a tua noiva, comigo as coisas não são assim, uma é o mínimo. Saímos uma segunda vez e vi que realmente ele estava falando sério, foi muito bom mais apenas uma. Eu fiquei foi muito puta da vida, tive que sair de lá e procurar outra pessoa pra me satisfazer.

Estávamos na mesma balada, todo mundo brincando e o meu bombeiro quis dar uma de gostoso, insinuando na frente dos caras que dali a pouco já tinha esquema certo, que é muito bom essa vida de herói, que as mulheres amam, entrei no jogo, dei aquele sorrisinho malicioso.

Respondi em alto e bom tom na frente de todos, que só eu que não tinha esquema certo na roda, que havia entendido como ele “apenas” dirigia o carro e bombeiros. Os caras começaram a rir e perguntaram por quê? Respondi que ele não era muito bom em apagar fogo, quebrei o cara no meio!!!!!

Depois disso ele teve um acidente de carro, ficou com a perna imobilizada por meses e quando o revi estava uma bola de gordo, passou do ponto, tô fora. Não é meu namorado, meu marido, nada, então escolho mesmo.

*nome fictício