quarta-feira, 17 de setembro de 2008

A grande viagem

Não me lembro nem a desculpa que dei, depois desse dia no primeiro feriado, fui de ônibus para Curitiba, sai depois do trabalho, horas de viagem....

Quando cheguei lá fiquei com um pouco de medo e resolvi avisar minha mãe onde estava, vai que me acontece alguma coisa, mais não dava mais pra voltar atrás, liguei pra ele e depois de minutos ele estava lá para me buscar na rodoviária.

Na hora o cansaço da viagem passou, ele morava sozinho, num condomínio modesto, aqueles quatro dias foram intensos.... não me lembro da ordem dos fatos, andei muito pouco pela cidade, ficava mais dentro de casa mesmo, como em casa não tinha bina e meu marido não gostava de celular as coisas em casa foram fáceis de ser levada.

Tomei café da manhã, um banho e ele me chamou pra descansar um pouco, estava ansiosa. Era um frio de cortar coração e a casa não tinha sistema de calefação, lá fora fazia -2º graus e eu toda de camisolinha tremendo de frio embaixo do edredon, quando ele veio pra mim, todo quentinho, me segurando com força, com aquele cheiro de homem, todo másculo, esqueci do frio na hora.

Passou óleo de massagem no meu corpo inteiro, era uma coisa de pele incrível, porque qualquer ponto que ele tocava me dava tesão, brincou com meus peitos só de sentir aquela respiração quente já ficava molhada. Descia até a cintura e depois subia bem devagar, contornando o corpo, como eu digo, homem bom não pede, te faz implorar...

Até me presentear com a melhor chupeta da minha vida, pra mim a visão do paraíso é olhar de cima um homem com a boca entre as minhas pernas, é tão lindo você ver só a testa e os olhos e ver aquele homão todo guloso te comendo com a língua, igual criança com seu doce predileto, que só de pensar me sinto latejar.

E com sinceridade você sabe quando o cara faz só para agradar, ou quando faz porque gosta de chupar mulher, é diferente. Essa nasceu pra chupar boceta, e sorte de todas as mulheres que tiveram o prazer de vê-lo em ação nesse que eu chamo de ângulo perfeito, o cara chegava suspirar, era uma coisa de louco, ele prolongava o máximo o prazer, quando percebia que eu estava chegando lá, parava, explorava minhas coxas, sugava os grandes lábios, lambia a virilha, me chupava dos pés à cabeça, não ficava só na florzinha, socava aquela língua atrevida na minha boceta, ficava assim por horas se deixasse, quando sentia que eu já estava totalmente sem forças, vinha com todo carinho e agasalhava meu grelinho com aquela língua quente, ali era tudo dele, eu toda entregue e indefesa, não queria reagir, só sentir aquela onda percorrer o meu corpo todo, beirava o desespero, parecia que tudo explodia!!!

O corpo quente, trêmulo.... a xana latejando, o orgasmo seguido do urro, e depois do primeiro danou-se, só quero parar quando estou toda esfolada e suada, quando não agüento mais, parece que ligam um botão e você persegue aquela sensação, como se fosse um viciado querendo pó.
E que disposição tinha essa criança, depois que eu gozo com oral eu quero pau, não tem outra coisa que me satisfaça que não seja uma pica competente, e esse cara tinha uma particularidade, não gozava.

Me comia de todos os jeitos possíveis, por cima, por baixo, de ponta cabeça, com as pernas nos ombros toda abertinha, de bruço, contra a parede, em pé, atrás da porta, de quatro com o rabão pra cima, que era a favorita dele e de tantos outros que eu já saí, ele costumava dizer que quem me pega de quatro não me esquece, não duvido, com 105 cm de quadril e 1,80m de altura, deve ter lá suas verdades.

Bom assim seguiram os quatro dias em que eu fiquei dentro do cativeiro só servindo meu corpo, e aos desejos desse meu amor platônico.
Quando voltei para casa, tinha flores, as frutinhas que eu gostava, jantinha pronta e mesmo exausta de tanto ter trepado, ainda fiz a lição de casa, e tem homem que ainda diz que percebe quando a mulher dá pra outro cara, me deu até um pesinho na consciência, por isso que fiz a lição de casa.

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