terça-feira, 7 de outubro de 2008

Bancando o corretor de imóvel

Eu já falei aqui do meu amor platônico, falando em sexo ele é uma das experiências mais gratificantes da minha vida, ele simplesmente não gozava, me comia até eu não agüentar. Que ROLA era aquela, grande e bemmmmm grossa, tinha sempre que me deixar bem afim, para eu agüentar aquela vara toda e ele sempre me deixava, chega a dar água na boca só de imaginar.

Eu sou totalmente sem noção quando quero uma coisa, atravessava mais de 500km só para trepar com ele, voltava na segunda direto para o trabalho, com o corpo quebrado, roxo e a boceta ralada de tanto dar, e quando sentia dor ria, nunca reclamei, porque lembrava o motivo.

Ele morava sozinho em um condomínio simples, foi quando optou a se juntar com mais dois amigos e morar em um de luxo, com 4 quartos . Num sábado à tarde, Já tínhamos transado até ficar pálida pela manhã, ele resolve me levar para conhecer o próximo lar. O danadinho já tinha esquematizado tudo, a casa estava fechada mais a porta da garagem aberta, todas as casas eram sem muro e tinham suas respectivas piscinas, como era verão o condomínio não estava vazio, vez ou outra carros transitavam, famílias se divertiam com churrasco a beira da piscina, sabe como é o Sul.

Ele parou o carro na porta e levantou o portão da garagem, entramos, apertou o botão e conforme a mesma ia descendo aparecida um sorrisinho sacana em sua cara, ali mesmo ele me encostou na parede e começou a me encoxar com força.

Percorreu meu corpo que se tornava minúsculo diante de tanto desejo, só de imaginar me arrepio, tirou meu peito pra fora e sugou-o bem devagarzinho, me segurou pela cintura e ergueu uma das pernas, suas mãos quentes percorriam minhas coxas.

Foi quando foi me beijando e descendo, com cuidado, todo molhado, enfiou a face embaixo da minha saia e me deu sua língua faminta, quente, gulosa, lambeu os grandes lábios, enquanto segurava minha calcinha de ladinho, aquela respiração quente e ofegante, mais o risco de sermos descobertos me enlouquecia, começou a me sugar, me lamber, isso que eu gostava nele, nasceu pra chupar boceta, não ficava só ali no grelinho, explorava tudo, literalmente me comia com a boca, com os dedos....

Eu tava que não me agüentava mais, quando implorei que me fodesse com gosto, a delicadeza acabou ai, me pegou pelos cabelos, me virou de bruços contra a parede, eu arrebitei a bunda, estava com os peitos todo pra fora da blusa, ele encaixou seu pau na minha xana de uma vez, perguntava ao pé do meu ouvido: Assim que você gosta?! Quer que eu te fodo, quer delícia? E Bombava, parecia que ia atravessar, me virar do avesso, explodi com um urro, o corpo ficou todo mole, mais um pouquinho e de novo, orgasmo múltiplo, gozei tão gostoso que até chorei.

Coroa

Queria porque queria sair com um coroa, só para ver como era, por curiosidade mesmo.

Conheci um na hora do almoço, marcamos de tomar um choppinho e o tio já veio cheio de dedos, como eu odeio homem assim, parece que nunca viu mulher, já quer comer logo de cara, eu não sou difícil, mais pelo amor....

E outra coisa, sonhou que eu ia dar pra ele e ainda mais dentro do carro, não pensei duas vezes, abri a porta, desci e fiquei acenado de longe, sinceramente sou impaciente e não gosto de perder tempo, desperdiçar energia jamais.

Sempre tratava com um cliente, advogado, cara bacana, 45 anos, cheio de tiradinhas espertas, bom papo, decidi encontrar pra tomar um choppinho mesmo sem nunca ter visto ao vivo, o papo era bom, e não estou fazendo nada mesmo...

Logo pelo carro já notei que alguma coisa devia ser pequeno... Todo cara que tem Sedan de luxo tem alguma coisa pequena, é a lei básica da compensação rsss Neste caso era ele mesmo, eu toda lindona, blusa de seda, salto agulha, toda mulherzinha, com meu anãzinho de jardim. Tomamos um chopp, batemos um papo e dei uma de lisa, deixei em stand by.

Claro já tinha outro esquema para a noite e com toda certeza era bem mais interessante. Deixei esse querido por algumas semanas com água na boca, porque afinal só rolou um beijo na hora de ir embora.

Não estava afim de seduzir, queria sim ser seduzida, e cara se tem uma coisa que eu piro é no joguinhos que os homens fazem quando querem comer uma boceta, eles são tão patéticos que chega a ser hilário, e tem momentos que eu explodo por dentro...

É mais ou menos assim, as situações acontecem, eu passo e emocional (todo falso) e racionalizo, entro no jogo e deixo ele pensar que dá as cartas. Bom quanto ao segundo encontro. Me convidou para ir num concerto de música erudita, me pegou na facu, mais antes eu tinha feito um pit stop básico com um querido delícia de sala, nada demais, ralação e só.

Show interessante, fui de vestidinho estratégico, ele me convidou para tomar uma taça de vinho em seu lar-doce-lar, claro que aceitei, além do mais ele não tinha intimidade para propor algo mais. Como estávamos pertinho do Itaim... cavalheiro, atencioso, serviu um bom vinho do porto.

Ele era separado, apartamento sofisticado, sem traços femininos, mais bem decorado, resquícios de viagens, o cara morou fora alguns anos... como ele pediu para que eu ficasse a vontade, falei que estava morrendo de calor, ele ligou o ar e eu pedi uma toalha e me ofereci um banho, ele aproveitou e foi tomar em seguida, bobinho, nem para ir atrás de mim. (Pensei)

Apartamento a meia luz, Adriana Calcanhoto na vitrola e eu esperando o menino, todo cuidadoso, aquela embromação toda, foi quando me cansei e fui pra cima, os amassos começaram na sala e as roupas seguiram como uma trilha até o quarto.

A diferença de altura não era nada, pau grosso do jeito que eu gosto, ele sabia direitinho a lição, é a diferença dos que pensam que sabe, me fez gozar assim que caiu de boca no meu sexo, rebolava gostoso em sua boca, não me fiz de rogada e o presenteei-o com o que ele chama de melhor oral de sua vida, e modéstia a parte, não faço para agradar, faço porque gosto e gosto muito do que faço, sem pressa, sem o intuito de fazer o homem gozar logo, na hora que eu senti que ele não estava mais agüentando, abri a janela, fiquei de costas com os braços apoiados na janela e pedi para ser penetrada assim, olhando as estrelas e dando show a algum vizinho mais atento.

Quando acabou ele era só carinho, todo meigo, levou até toddy na cama, porque eu gosto de tomar uma xícara de leite antes de dormir, ele era calvo, mais era todo inteiro, corpo forte, deitei em seu peito e já comecei a desejá-lo novamente , fui para cima e ele agüentou, mais uma, mais outra, na seguinte ele pediu para que eu não matasse o velho, no dia seguinte acordei atrasada para o inglês e ele queria que eu fosse numa regata com ele. (sem modelito apropriado, nem pensar).

Me ligou algumas vezes, mais desse eu fugi, atencioso, carinhoso, bom de cama e sabe que amor de pica... já viu e nessa época a última coisa que eu queria era me apaixonar.