quarta-feira, 17 de setembro de 2008

A visita

Finalmente fui a casa do Baco, ele morava com o irmão que vivia fora na casa da namorada, praticamente morava sozinho, adorei a casa.

Ele tinha uma cachorra e era super doce com ela, homem afetuoso, casa limpa, geladeira só com coca e cerveja, tomei banho, me levou toalha no banheiro, coloquei um vestidinho e o cara ficou no desespero, tem tesão absoluto por vestido, cabelo solto, vestido e perereca cabeluda, que não era meu caso, então comecei deixar crescer um pouquinho para agradar o cliente.

O quarto dele era tudo, cheio de informações, uma parede inteira com aqueles cartões tipo Johnny Walker, tinha poesia até no teto em cima da cama de solteiro. A sala cheia de almofadas e um tapetão imenso. Curtia massagem, incenso, baseado, Erykah Badu na radiola.

Do jeito que eu entrei no quarto ele já me colocou em pé contra parede, levantou meu vestido tirou minha calcinha e começou me chupar, chega dava desespero, porque eu queria era a sua vara, o pinto dele era enorme, mais não era grossão, então dava pra agüentar sem dor. Na hora que me tirou do chão e me socou vara encostada na parede gozei tanto que cheguei chorar.

Ali ele estava batizado, com a maior certeza do mundo passaria um bom tempo servindo aquele homem. Ele fumava um baseado e ficava numa inspiração que eu vou te contar, tinha vezes que eu fumava também e aí o bicho pegava, em mim os sentidos ficam mais lentos e mais intensos. Passava a noite inteira trepando e ia trabalhar arrastada.

Comecei sair do trabalho e ir para a casa dele, ele chegava antes, fazia o jantar, tomava banho, pegava a moto e ia me buscar no metrô, ali eu já ia esfregando os peitos nas costas dele, ora ou outra dava uma patolada, ele dizia que só de escutar minha risada por telefone já ficava de pau duro.

E eu cada vez mais mulherzinha, cheia de amor pra dar, usava vestido sem calcinha só pra ele passar mal, chupava seu pau com gosto, deixava ele no desespero, louco pra me pegar e isso era o que eu gostava, balançava com suas estruturas o viciei, se a jontex me conhece nessa época rolava um patrocínio.

Ali eu já conhecia o irmão, a cunhada, o pai, a madrasta, meio-irmãos, avó, tava ficando sério e eu correndo de compromisso, pensa num homem safado, acho que sou eu de saia. Dei pra ele o melhor sexo de sua vida, paguei da melhor forma todo seu carinho e dedicação.

Nunca tinha comido um rabinho, as meninas desanimavam quando viam o tamanho do pau, ele não me pediu, eu ofertei, só pedi para deixar com muito tesão e que depois eu faria tudo. Não deu outra, eu sempre fui previnida e carregava minhas coisas, ele entrou embaixo de mim, igual um mecânico entra num carro, eu de cima só observando a cena, abocanhou minha boceta inteira, ela latejava, eu me contorcia, joguei na cara mesmo, rebolava, ele me puxava, invadia minha grutinha com a língua, com aquela vontade, todo guloso. Eu me desesperava, puxava os próprios cabelos, o corpo escorria suor.

Ainda provocava, chupa sua putinha, assim, bem gostoso.... que eu deixo você foder no rabinho, o pinto do cara estava explodindo só dele me deixar louca, ele não agüentou e me botou de quatro pra foder na buceta, só pedi para ele não gozar, deixei ele bombar um pouquinho, lambuzei-o de KY e ofereci meu presentinho, fui colocando de pouquinho, sentia dor beijava, colocava mais KY e metia mais um pouquinho no rabinho foi quando pedi para me penetrar junto a grutinha com o dedo, o tesão era tanto que a dor era o de menos, só de pensar já me sinto latejar.

Estou pronta, vem, te quero com força, pode me foder com vontade, e ele feio seco de desejo, me enrabando de quatro, me chamando de vadia, me puxando pelos cabelos, do jeito que eu gosto, nessa hora esqueço tudo, esqueço até quem é que está me comendo, aquele vai e vem gostoso e eu com os dedos no meu grelinho gozamos gostoso e juntos.
Dá água na boca só de lembrar.

Um comentário:

A Loba disse...

Me deu agua na boca pq tb amo isso td nossa ate eu queria um homem desses, bem grosso aiaiaaia pirei bjs..