terça-feira, 30 de setembro de 2008

O Vizinho

Eu não sou muito de reparar nas pessoas, péssima fisionomista. Era época de páscoa, estava voltando do happy hour com as amigas, quando sobe uma “coisa” no metrô, com o kit canalha completo, músculos, cavanhaque, cara de safado, careca. E ainda carregava uma sacola com ovos de páscoa, procuramos aliança, nada.

Entre nós o comentário foi: -Nossa, nossa, nossa!!! Tudo de bom, claro que se ligou e eu fiquei bem na minha, deixei as meninas darem tudo de si, porque vivo nem aí mesmo. Estratégia de marketing. Por coincidência ou não o cara desceu na mesma estação que eu, andei normalmente e vi que ele estava me acompanhando, comecei a subir a rua de casa, não agüentei e falei, pára de me seguir,rssss!!!

Ele: Não estou te seguindo, estamos indo para o mesmo lugar, sou teu vizinho, moro algumas casas na frente da sua. Aproveitei a deixa, que bom pelo menos assim não subo a rua sozinha. Ele disse que sempre me via e eu nunca tinha notado ele, respondi que era impossível não notar.
Me deixou na porta de casa, trocamos telefone e um beijo de cantoneira. Bingo! Já tava no meu nome. Marcamos de nos encontrar na balada, mais ele demorou para chegar e quando chegou eu já estava acompanhada, pra variar. Dei um Pelé no namoradinho e fui embora com ele, que não percebeu nada.

Beijinhos pra cá, pra lá, mãozinha dada, e eu nem querendo ser difícil, foi quando começou a me esperar no caminho da facu, demorou uma semana pra me comer, incompetente! arrastei ele pra casa, perguntei se não queria me fazer companhia.

Não deu outra, eu toda achando que ia me dar bem, grandão, fortão, pintão e na hora da pegada sei lá, não dava jogo sabe, tipo faltava coordenação motora, parecia mais um trampo, eu tava lá dando tudo de mim e o cara perdidão total. Os beijos eram gostosos, mais o pega pra capar deixa muito a desejar.

Putz, não tem coisa pior nesse mundo do que homem ruim de cama, pode ter o pinto que for, mais se não tiver a pegada não rola, e nesse caso não rolou mesmo, começamos a conversar e logo notei que a criança era inexperiente.

Ok, Joguei pedra na cruz, mais amos lá que eu sou uma alma caridosa, adoro dar a quem tem fome.Ainda com toda paciência do mundo dei duas semanas de aula pro bonitão e além do cara ser meio fraco, ainda começou a ficar apaixonadinho, não deu outra, botei pra correr e pedi para aparecer depois que arrumasse uma namorada com mais de 25 anos,rsss.

Não adianta, sou mal criada, se não rola sentimento, aperto o botão do foda-se e tô nem aí. Me diverti muito nessa vida, mais perdi muito tempo também, já que homem não vem com bula e existe muita propaganda enganosa no mercado.

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

O guarda-costas....

Comentei meio que por cima de um segurança que conheci uma vez indo para a facu. Negrão, grandão, fortão, cara de homem, daqueles que te pega pelo cabelo, sem dó. Tenho um certo tesão por homens rústicos, é como se fosse um cavalo selvagem esperando ser domado.

E eu só ocupo esse lugar de forma teatral e quando me convém ser, a meiguinha, a menininha, a inocente, porque bem, não preciso nem explicar que essa mulher é um disfarce. Então, estava entrando no metrô lotado para ir a facu quando parei de frente com o meu segurança, agradei logo de cara, e fiquei dando a de tímida na troca de olhares, desci na próxima estação e ele veio atrás, puxou papo, trocamos telefone.

Me ligou no mesmo dia, marcamos encontro no dia seguinte e já rolou um beijinhos, eu toda bancando a menininha, malhava o negão até não querer mais, só não deixava colocar suas mãos dentro da minha roupa, eu mesmo não vou metendo a mão logo de cara, nem preciso colocar a mão dentro das calças pra fazer o peão passar mal.

Então vamos lá, fiquei um mês encontrando com o meu guarda-costas, e daquele jeito, eu já sabia que ele era noivo, então não estava mais nem aí, pra bancar a moça pudica, chegava já grudando no corpo dele, dizendo que senti saudades, perguntava se queria ver uma coisa, e mostrava a lingerie pelo decote. –Amor! É da cor que você gosta?!

O cara literalmente passava mal, colocava vestidos bem molinhos, pra ele sentir o meu corpo todinho quando me encontrasse, passava a mão dele pelo meu corpo, pedia para ele imaginar o tamanho da minha calcinha, enquanto passeava com a mão dele.

Uma vez no bar da facu sentei em um local estratégico e levantei o vestido para que ele pudesse ver minha calcinha, tocar minhas coxas, judiava mesmo, e me divertia horrores com isso. Nesse dia ele foi de calça de moleton e foi embora com a calça molhada.

Isso era só aperitivo, ele temperava e eu me divertia com os outros, deve ter sido assim para ele, a única diferença é que a opção era minha, eu é que conduzia a situação para onde desejava, o meu anjo negro me ligava umas três vezes por dia e estava falando até de namoro, esses homens sempre estragam a brincadeira.

Quando você não esta nem aí, tira a maior onda, trata de qualquer jeito eles se apaixonam. Já estava cansada de levar o peão no banho-maria e deixei ele conduzir as coisas. Ou seja, me levar para o motel, imaginei que ia me acabar, nossa, se você visse a largura do homem, tipo um cavalo reprodutor, pura sangue.

Estávamos naquela pegação quando, quando ele colocou camisinha e tentei montar, tentei né, porque o pau dele não deixou, isso já aconteceu muito comigo, acho que boto medo nos homens. Beleza, vamos começar tudo de novo, sem muita afobação e deixei ele conduzir tudo, ele falhou, mais uma vez, e ele falhou de novo.

Ele levantou foi tomar um banho e eu coloquei no cartoon, quando ele voltou perguntou o que eu estava fazendo, apontei para a Tv e chamei ele para assistir desenho comigo, é melhor a gente ver isso, porque eu acredito que essa é a única forma de diversão por aqui.

Ele, mais isso..... Eu sei, eu sei, isso nunca aconteceu com você, você não sabe o que está pegando, tranqüilo, senta aí e me faz companhia. Tudo bem natural, tinha até passado a minha raiva, quando o bonitinho vira pra mim e vem falar de sentimentos, que eu não posso tratá-lo assim que ele tinha sentimentos.

Ah! Tá brincando? Eu não sou sua noiva, com ela você tem esses seus sentimentos, o tipo de sentimento que eu quero ter com você é outro bem diferente...

Fomos embora, e um ano depois desse dia fatídico ele ainda me ligava, querendo outra oportunidade, eu respondia que não queria sentar em cima de um prato de macarrão, que na minha casa tinha TV paga e não precisava de ir no motel assistir desenho. Mega delicada!!!!!

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

A visita

Finalmente fui a casa do Baco, ele morava com o irmão que vivia fora na casa da namorada, praticamente morava sozinho, adorei a casa.

Ele tinha uma cachorra e era super doce com ela, homem afetuoso, casa limpa, geladeira só com coca e cerveja, tomei banho, me levou toalha no banheiro, coloquei um vestidinho e o cara ficou no desespero, tem tesão absoluto por vestido, cabelo solto, vestido e perereca cabeluda, que não era meu caso, então comecei deixar crescer um pouquinho para agradar o cliente.

O quarto dele era tudo, cheio de informações, uma parede inteira com aqueles cartões tipo Johnny Walker, tinha poesia até no teto em cima da cama de solteiro. A sala cheia de almofadas e um tapetão imenso. Curtia massagem, incenso, baseado, Erykah Badu na radiola.

Do jeito que eu entrei no quarto ele já me colocou em pé contra parede, levantou meu vestido tirou minha calcinha e começou me chupar, chega dava desespero, porque eu queria era a sua vara, o pinto dele era enorme, mais não era grossão, então dava pra agüentar sem dor. Na hora que me tirou do chão e me socou vara encostada na parede gozei tanto que cheguei chorar.

Ali ele estava batizado, com a maior certeza do mundo passaria um bom tempo servindo aquele homem. Ele fumava um baseado e ficava numa inspiração que eu vou te contar, tinha vezes que eu fumava também e aí o bicho pegava, em mim os sentidos ficam mais lentos e mais intensos. Passava a noite inteira trepando e ia trabalhar arrastada.

Comecei sair do trabalho e ir para a casa dele, ele chegava antes, fazia o jantar, tomava banho, pegava a moto e ia me buscar no metrô, ali eu já ia esfregando os peitos nas costas dele, ora ou outra dava uma patolada, ele dizia que só de escutar minha risada por telefone já ficava de pau duro.

E eu cada vez mais mulherzinha, cheia de amor pra dar, usava vestido sem calcinha só pra ele passar mal, chupava seu pau com gosto, deixava ele no desespero, louco pra me pegar e isso era o que eu gostava, balançava com suas estruturas o viciei, se a jontex me conhece nessa época rolava um patrocínio.

Ali eu já conhecia o irmão, a cunhada, o pai, a madrasta, meio-irmãos, avó, tava ficando sério e eu correndo de compromisso, pensa num homem safado, acho que sou eu de saia. Dei pra ele o melhor sexo de sua vida, paguei da melhor forma todo seu carinho e dedicação.

Nunca tinha comido um rabinho, as meninas desanimavam quando viam o tamanho do pau, ele não me pediu, eu ofertei, só pedi para deixar com muito tesão e que depois eu faria tudo. Não deu outra, eu sempre fui previnida e carregava minhas coisas, ele entrou embaixo de mim, igual um mecânico entra num carro, eu de cima só observando a cena, abocanhou minha boceta inteira, ela latejava, eu me contorcia, joguei na cara mesmo, rebolava, ele me puxava, invadia minha grutinha com a língua, com aquela vontade, todo guloso. Eu me desesperava, puxava os próprios cabelos, o corpo escorria suor.

Ainda provocava, chupa sua putinha, assim, bem gostoso.... que eu deixo você foder no rabinho, o pinto do cara estava explodindo só dele me deixar louca, ele não agüentou e me botou de quatro pra foder na buceta, só pedi para ele não gozar, deixei ele bombar um pouquinho, lambuzei-o de KY e ofereci meu presentinho, fui colocando de pouquinho, sentia dor beijava, colocava mais KY e metia mais um pouquinho no rabinho foi quando pedi para me penetrar junto a grutinha com o dedo, o tesão era tanto que a dor era o de menos, só de pensar já me sinto latejar.

Estou pronta, vem, te quero com força, pode me foder com vontade, e ele feio seco de desejo, me enrabando de quatro, me chamando de vadia, me puxando pelos cabelos, do jeito que eu gosto, nessa hora esqueço tudo, esqueço até quem é que está me comendo, aquele vai e vem gostoso e eu com os dedos no meu grelinho gozamos gostoso e juntos.
Dá água na boca só de lembrar.

Baco

Precisava arrumar um namorado meio que fixo urgente, mais um cara em potencial, piro em missões impossíveis.

Estava pegando um segurança, mais naquele esquema de menininha, amasso, deixa o cara molhar a calça e pronto, sai da facu e fui para uma Balada Black sozinha, não tenho problema algum em sair sozinha, ainda mais quando estou no cio.

Conheci um cara interessante, cara meio de mau, com dread... Pegadinha light, mais isso eu dava um jeito. Depois de algumas horas que comecei pegar vi que era um carente de plantão, e eu entendo porque homens correm de mulheres-carentes-grudentas, isso é uma desgraça. Me arrependi até o último fio de cabelo de ter dado meu telefone, o cara morava sozinho, do jeito que eu gostava, adoro órfão, sem mãe pra encher o saco, pra fazer a social, sem almoço de domingo. Sou mais macho que muito homem. Mais cara todo delicadinho, maior abandonado não vira, só faltou chorar porque eu disse que não iria dormir na casa dele.

Eu por dentro já fiquei pensando, puta-que-pariu, devo ter jogado pedra na cruz. Dei um perdido no chorão e vi um Deus de ébano no meio da pista, estilo bem alternativo do tipo não tô nem aí, todo gibizinho, com um cabelão Black-power enorme e uma cara de esnobe até não querer mais, mais que 1,90m, bati o olho, e falei é meu.

Logo fiquei na imediações e vi que o ego era imenso, pirei, tinha uma banda muito foda se apresentando, puxei papo com ele, mais tava muito barulho e rolou o necessário, fim de festa é pauleira pra conhecer alguém, e ele nem foi muito solicito nem nada. Arrumei um jeito de sairmos juntos “coincidência” e fomos até o metrô, começamos conversar, disse que queria aproveitar a companhia porque tinha medo de fazer aquele percurso sozinha, ele foi super bacana, trocamos telefone e pegamos metrô juntos.

Imaginei que ficaria apenas naquilo, que teria que me dedicar pra tirar coelho daquele mato, ledo engano, ele desceu antes de mim, me deu um beijo e pediu para descer junto. Eu não desci, a noite não me rendeu muita coisa e eu não queria me decepcionar. Além do mais já era sábado e eu precisava descansar porque tinha esquema forte mais tarde.

Ele me ligou durante a semana e marcamos um cinema inocente, super de boa, filminho, pipoca, carinho, beijinho, a namoradinha, mãos dadas. E eu só pensando naquele tamanho de homem, eu piro em homens grandes, esse com mais de metro então, todo largadão, do tipo em que você jamais coloca no sofá da tua mãe.

Aquela cara de esnobe me dava tesão, vou entrar nesse cara e ele vai perder essa pose fácil e eu não tava a fim de ficar enrolando, demos uns pegas gostoso, mais ele não me convidou, fiquei na minha, ficou todo feliz quando percebeu que e tinha cabelos cumpridos, soltou-os na hora e ficou cheirando.

Fui buscar ele na facu,tomamos uma cerveja no bar e logo rolou o convite, eu louca para ir na casa dele e ele me levou num motel, eu gosto de ir em casa, porque vc sabe mais do que a pessoa pode dizer. Pegada gostosa, mais o cara fez a merda de gozar antes de mim.

Sorry, eu não consigo esconder a minha cara de paisagem e insatisfação, foi quando ele teve a capacidade de perguntar se foi bom pra mim? Cobri minha cabeça com o travesseiro, respirei fundo (porque eu queria ficar um tempo com aquele brinquedinho novo), ainda pergunta? claro que não, eu não gozei.

O cara voltou do banheiro na hora, com aquela cara de quem viu assombração, acho que nenhuma mulher tinha dito isso para ele, não seja por isso. Abriu minhas pernas e me deu todo o vigor da sua língua, bingo, esse chupa porque gosta, pensei. Abri bem as pernas e ofereci todo meu sexo para degustação, fiquei alguns minutos tendo a visão do paraíso até que senti aquele calor gostoso esquentando meu corpo, logo em seguida me botou de quatro e me fodeu em silêncio me segurando pelos peitos.

Pensei vou me divertir muito com esse aí.

Bombeiro

Eu tenho uma tara por farda, acho que toda mulher tem, nunca consegui realizar... Porque os fardados que caíram na minha rede eu conheci sem farda e o único que eu cheguei as vias de fato não quis usá-la.

Conheci o Marcelo* em uma balada sábado à tarde, alemãozinho todo trocundinho, não gosto de homens muito magros, meu ex-marido era magrelo e eu corro desses homens com aparência frágil.

Cheio de graça e eu nem um pouquinho difícil por conta do álcool logo peguei, ali nada passou de uns amassinhos básicos, amei os amigos dele, foi quando eu descobri que eram todos bombeiros, aí enlouqueci, não podia perder contato com o guri.

Trinta e poucos anos, noivo, acreditei que o cara não ia decepcionar. Dei uma valorizada no produto e marcamos dele me buscar na facu durante a semana, assim foi o prometido, tudo bem que militar ganha pouco, mais não esperava que o cara fosse me buscar com um puta pau velho,rsss

Até aí, não seria namorado mesmo, não fazia tanta diferença, estávamos lá no seu meio de locomoção, quando ele perguntou se eu queria comer alguma coisa, quando sei que o cara já tem alguém, não tem porque gastar charme, já falei logo de cara que queria comer ele.

Tattoo nas costas inteira, pernão, bundão, bração, olhava ele como se fosse um pedaço de carne pendurado na vitrine de um açougue, boxe branca – assim acaba com a mamãe. Eu não me fiz de rogada, peguei o alemão de jeito, ele todo encantado perguntou se eu sou sempre carinhosa desse jeito, respondi que só quando me convém.

Que pau lindo, todo rosinha, cheirosinho, depiladinho, cai de boca num 69 bem delícia, eu gosto de chupar um pinto, faço por amor, não faço com todo mundo, só quando dá aquela coisa, ali mamei gostoso, suguei, fiquei no sobe e desce, fiz parafuso, só pra ter o prazer de ver ficar monstro, ver o tamanho máximo, ele já era bem dotado, quando provocado então.... Provoquei o máximo e coloquei camisinha com o boca.

Tava naquela inspiração, ele não precisou fazer nada, montei nele e fiquei só rebolando na cabecinha, sem deixar ele penetrar, olhava nos olhos, ria, gemia bem gostoso só para provocar, arqueava o corpo para frente, oferecendo meus peitinhos para ele mamar, toda meiguinha, ora rebolava só na cabecinha, ora mergulhava a boceta inteira em seu pau, enquanto não escuto o homem gemer não me satisfaço.

Conduzi sua mão até o meu grelinho, ai a brincadeira começou ficar boa, descia rebolando no seu mastro foi assim até eu gozar, não demorou muito para que ele explodisse dentro de mim. Já queria outra na seqüência, mais alguns brancos não agüentam trincar assim, precisou de um tempo para se recuperar, tranqüilo.

Fiquei ao seu lado com toda paciência do mundo fazendo carinho e esperando a criança ficar disposta, metemos na mesa e ele me fodeu de quatro, me puxando pelos cabelos, só não foi mais perfeito porque depois eu queria mais. Na hora ele falou, calma menina é uma por noite, as coisas não são assim.

Uma com noite é com a tua noiva, comigo as coisas não são assim, uma é o mínimo. Saímos uma segunda vez e vi que realmente ele estava falando sério, foi muito bom mais apenas uma. Eu fiquei foi muito puta da vida, tive que sair de lá e procurar outra pessoa pra me satisfazer.

Estávamos na mesma balada, todo mundo brincando e o meu bombeiro quis dar uma de gostoso, insinuando na frente dos caras que dali a pouco já tinha esquema certo, que é muito bom essa vida de herói, que as mulheres amam, entrei no jogo, dei aquele sorrisinho malicioso.

Respondi em alto e bom tom na frente de todos, que só eu que não tinha esquema certo na roda, que havia entendido como ele “apenas” dirigia o carro e bombeiros. Os caras começaram a rir e perguntaram por quê? Respondi que ele não era muito bom em apagar fogo, quebrei o cara no meio!!!!!

Depois disso ele teve um acidente de carro, ficou com a perna imobilizada por meses e quando o revi estava uma bola de gordo, passou do ponto, tô fora. Não é meu namorado, meu marido, nada, então escolho mesmo.

*nome fictício

Personal Sex - Meu melhor amigo


Durante esse namoro com o ciumentinho, conheci o que eu posso chamar de meu personal sex, meu melhor amigo e confidente sexual. Do tipo que é pau pra toda obra, quando eu dou uma de santinha pra algum cara, é pra ele que eu corro. Porque pra alguém eu tenho que dar, é o tipo de cara que aceita isso também, posso ligar e dizer: hoje eu quero você! e ele sempre arruma um jeito, só se não der mesmo.

Quando estou menininha, querendo romance, posso chamar para ir ao cinema, ou jantar, andar de mãos dadas, como posso marcar uma sessão de sexo sem beijo na boca antes do trabalho.

Quando o conheci ele era novo, cheio de espinhas, mais tinha umas pernas que me arrancavam o fôlego.

Não agüento com homem gostoso, não resisto, é muito desperdício deixar passar batido, éramos amigos da mesma turma, ele conhecia o ciumentinho, até ai normal. Eu sempre fui meio desligada, não sou de ficar encucando com nada nem querendo ser a mais gostosa de todas. Achava gostoso e só.

Até um dia que teve uma festa e eu fui antes, passei o dia inteiro com minhas amigas, fomos no Butantã na casa de uma galera, depois voltamos para a casa da minha amiga e esse meu amigo resolveu passar lá antes de ir para essa segunda festa.

Ai sim foi que eu percebi seu interesse, e amei porque já o achava um tchuco, mais tudo tranqüilo porque eu namorava e tava todo mundo perto, e na festa o raio do ciumentinho já chegou causando, eu dei um dos vários pé na bunda que ele levou, começou chorar, se desesperar, acabou tudo bem com toda a turma dormindo na casa dessa amiga, inclusive o amigo gostoso.

Não sei se tivemos outra oportunidade, mais a única coisa que lembro foi de uma festa chata em Pinheiros, era aniversário de um amigo em comum, eu com minha irmã despistamos o ciumentinho e caímos para essa festa, turma toda reunida, o resto era festa estranha com gente esquisita. Tiazona dançando Delinqüentes de leque na pista, uma tristeza....

Descolamos uma mesa, ficamos cantando Tim Maia, Marisa Monte quando alguém inventou de brincar do jogo da verdade, na minha vez me perguntaram se não fosse noiva se sairia com algum cara da turma, na hora falei do amigo e disse que ele era muito gostoso.

Daí por diante assinei minha sentença... todo mundo começou a gritar, ele ficou roxo de vergonha. Mais mesmo assim não deixou de aproveitar de mim,rs.

Quando meu noivinho não estava por perto ele era meu namoradinho das baladas, uma delícia, sem tempo ruim pra nada, atravessava a cidade pra dar uma, tem muitas histórias bacanas.

Pinheiros é cheio de vilinhas, teve uma vez que ele me chamou para sair mais cedo da balada e ficamos andando por ai, a fim de arrumar um cantinho para dar uma, foi quando ele me levou nessa vilinha, rua sem saída, tinha até um balanço ( se não estou confundindo lugares), não sei se era uma outra Sampa ou se não tínhamos medo de nada, eu vivia de saia curta e ele de calça larga, não demorou muito para que eu me encaixasse bem gostoso no seu pau, rebolando naquele vai e vem gostoso, sem medo de ser feliz.

Não rolava muito respeito, ele estava com namorada eu passava e metia a mão, eu estava com namorado ele passava e ficava fazendo firula, era uma safadeza tão gostosa. Ele era mais calmo e eu mais atrevida, nunca respeitei nenhuma mulher que esta ou estava com ele, se eu posso, eu vi, eu quero é meu! E pronto.

Noivinho ciumento

Eu tinha uns 18 anos quando era noiva de um cara aí, durante um tempo pensei que ele foi o grande amor da minha vida, mais pensando na quantidade de chifres que ele teve na cabeça, acho que essa história de grande amor não existe muito. Posso garantir que o namrado ciumento foi uma grande pica que passou pela minha vida.

Mais esse foi o primeiro cara que me fez gozar, a primeira pica boa, já tinha dado para outros, mais não achava graça nenhuma, preferia sair beijando todo mundo e ficar só nos amassos, porque sexo até então era algo sem graça, que só servia para dar prazer aos outros e nunca a mim, não sentia nada do que lia nas revistas, nada do que minha irmã e amigas falavam.

Foi quando arrumei esse cara e nessa época já não dava pra ninguém há um bom tempo, meses de namoro para eu liberar alguma coisa, mais chega uma hora que os amassos vão ficando mais quentes e não tem como segurar a periquita.

Ele ainda não tinha carta e não namorávamos em casa então não tinha como rolar, e por incrível que pareça eu era tímida, por isso nunca me convidou para ir a um motel a pé. E com toda certeza do mundo naquela época eu não iria.

Marcamos de fazer uma viagem, só nós dois, tipo romance. Nada muito explícito. Fomos para Lindóia, não tinha nada para se fazer na cidade, na verdade o que queríamos fazer só precisava de um colchão...

Pegamos aqueles ônibus no terminal e fomos para Lindóia, chegamos lá achamos o apartamento que alugamos, minha mãe sabia que viajava com o namorado, fizemos as ligações para avisar que estávamos bem, naquela época não existia celular.

Fiz um jantarzinho rapidinho e sabe quando fica aquele clima meio tenso.... Ele também estava com vergonha, sempre gostei de lingerie, faço coleção desde que me conheço por gente, coloquei uma camisolinha bem meiga e fui pra cama.

Ele era alguns anos mais velho, sexualmente mais rodado, graças a Deus. Aquela foi a primeira vez que gozei de verdade, nunca tinha sentido nada igual, eu amo homens com mão grande e que seguram com força, e isso ele sabia fazer, sua fome era tanta que dava a sensação que iria me atravessar, enquanto me penetrava de quatro brincava com o meu grelinho. Naquela noite foi uma só, dormi sorrindo com a cabeça no ombro dele.

Eu era bem menininha, ele me lapidou, me ensinou a ser mulher, me deixou do jeito que ele gostava, devo muito a esse homem, ficamos juntos uns dois anos, e mesmo não sendo 100% fiel eu o amava, meu coração é cheio de amor (kkkkk), pensei sim em casar com ele e ter filhos. Tanto que me casei com outro para esquecê-lo.

Entrei numas neuras, porque o meu comportamento era totalmente diferente do que fui criada, eu tenho um gênio do cão, quando você traí muito acaba perdendo o respeito pela pessoa,ela passa a ser indiferente e assim aconteceu com esse noivado.

Ele me ensinou muito e eu queria sair por ai colocando em prática as aulas, ele tinha um ciúme possessivo, e chegou uma hora que o fim era a melhor solução.

O namoro foi incrível, se queria trepar não tinha tempo ruim, ele não tinha medo de nada, transávamos na cozinha da casa dele com a família no sofá vendo TV, embaixo da janela da minha mãe, no banheiro, no motel, no carro na porta de casa, na rua, no meu quarto com toda a família em casa, ia no cinema de cinta-liga sem calcinha só para provocar, na balada, no corredor, na praia, no mar. O cara nunca negou fogo.

Bom, provocar era o que eu mais gostava de fazer, estigava ele ao máximo, ele dizia que sentia a minha presença, minhas mãos percorrendo seu corpo mesmo quando eu estava longe, eu já era expert em massagem tailandesa, tinha cabelos compridos e usava tudo que podia para dar prazer.

Sempre gostei muito de praia, minha mãe tinha casa lá e passávamos muitos fim de semana só os dois, transando como se o mundo fosse acabar. Foi muito difícil para ambos quando acabou, porque apesar de eu ter compulsão e sempre precisar de mais, ele me completava uns 90%.

O ano passado o reencontrei, vi que ele esboçava desejo manter contato, eu estava com a cabeça cheia, precisando resolver outros problemas, me arrependi de não ter parado e conversado, esse é um cara que eu adoraria dar agora, só pra saber se esses dez anos fizeram alguma diferença. Porque eu gosto é de homem experiente, que me surpreenda.

A grande viagem

Não me lembro nem a desculpa que dei, depois desse dia no primeiro feriado, fui de ônibus para Curitiba, sai depois do trabalho, horas de viagem....

Quando cheguei lá fiquei com um pouco de medo e resolvi avisar minha mãe onde estava, vai que me acontece alguma coisa, mais não dava mais pra voltar atrás, liguei pra ele e depois de minutos ele estava lá para me buscar na rodoviária.

Na hora o cansaço da viagem passou, ele morava sozinho, num condomínio modesto, aqueles quatro dias foram intensos.... não me lembro da ordem dos fatos, andei muito pouco pela cidade, ficava mais dentro de casa mesmo, como em casa não tinha bina e meu marido não gostava de celular as coisas em casa foram fáceis de ser levada.

Tomei café da manhã, um banho e ele me chamou pra descansar um pouco, estava ansiosa. Era um frio de cortar coração e a casa não tinha sistema de calefação, lá fora fazia -2º graus e eu toda de camisolinha tremendo de frio embaixo do edredon, quando ele veio pra mim, todo quentinho, me segurando com força, com aquele cheiro de homem, todo másculo, esqueci do frio na hora.

Passou óleo de massagem no meu corpo inteiro, era uma coisa de pele incrível, porque qualquer ponto que ele tocava me dava tesão, brincou com meus peitos só de sentir aquela respiração quente já ficava molhada. Descia até a cintura e depois subia bem devagar, contornando o corpo, como eu digo, homem bom não pede, te faz implorar...

Até me presentear com a melhor chupeta da minha vida, pra mim a visão do paraíso é olhar de cima um homem com a boca entre as minhas pernas, é tão lindo você ver só a testa e os olhos e ver aquele homão todo guloso te comendo com a língua, igual criança com seu doce predileto, que só de pensar me sinto latejar.

E com sinceridade você sabe quando o cara faz só para agradar, ou quando faz porque gosta de chupar mulher, é diferente. Essa nasceu pra chupar boceta, e sorte de todas as mulheres que tiveram o prazer de vê-lo em ação nesse que eu chamo de ângulo perfeito, o cara chegava suspirar, era uma coisa de louco, ele prolongava o máximo o prazer, quando percebia que eu estava chegando lá, parava, explorava minhas coxas, sugava os grandes lábios, lambia a virilha, me chupava dos pés à cabeça, não ficava só na florzinha, socava aquela língua atrevida na minha boceta, ficava assim por horas se deixasse, quando sentia que eu já estava totalmente sem forças, vinha com todo carinho e agasalhava meu grelinho com aquela língua quente, ali era tudo dele, eu toda entregue e indefesa, não queria reagir, só sentir aquela onda percorrer o meu corpo todo, beirava o desespero, parecia que tudo explodia!!!

O corpo quente, trêmulo.... a xana latejando, o orgasmo seguido do urro, e depois do primeiro danou-se, só quero parar quando estou toda esfolada e suada, quando não agüento mais, parece que ligam um botão e você persegue aquela sensação, como se fosse um viciado querendo pó.
E que disposição tinha essa criança, depois que eu gozo com oral eu quero pau, não tem outra coisa que me satisfaça que não seja uma pica competente, e esse cara tinha uma particularidade, não gozava.

Me comia de todos os jeitos possíveis, por cima, por baixo, de ponta cabeça, com as pernas nos ombros toda abertinha, de bruço, contra a parede, em pé, atrás da porta, de quatro com o rabão pra cima, que era a favorita dele e de tantos outros que eu já saí, ele costumava dizer que quem me pega de quatro não me esquece, não duvido, com 105 cm de quadril e 1,80m de altura, deve ter lá suas verdades.

Bom assim seguiram os quatro dias em que eu fiquei dentro do cativeiro só servindo meu corpo, e aos desejos desse meu amor platônico.
Quando voltei para casa, tinha flores, as frutinhas que eu gostava, jantinha pronta e mesmo exausta de tanto ter trepado, ainda fiz a lição de casa, e tem homem que ainda diz que percebe quando a mulher dá pra outro cara, me deu até um pesinho na consciência, por isso que fiz a lição de casa.

terça-feira, 16 de setembro de 2008

O amor platônico

São tantas histórias que não sei nem por onde começar....

Tive um amigo que foi apaixonado por mim a vida inteira, sabe aquele amor platônico de adolescência, foi ele, eu estigava e corria, porque tinha outras diversões e gosto de homens que fazem a linha tímida.

Ele se declarou no dia do meu casamento, querendo que eu jogasse tudo pro alto, porque me amava e aquelas coisas de folhetim de novela, bom me casei e foi uma merda, por N motivos entre eles não ter experimentado o que eu estava comprando antes de casar, por não estar me casando por amor, e sim para esquecer um outro amor e depois falo disso.

Bom estava com uma crise básica na merda de casamento que escolhi, quando reencontrei esse guri no shopping, eu estava com uma amiga, o que segurou o tesão, ele havia crescido, virado homem, uma delícia por sinal, morava em outro estado e estava aqui de férias, marcamos os três uma balada, ele nos deixou na minha casa e foi nos buscar mais tarde.

Sim eu era casada, saia sozinha, viajava sozinha, não estava nem aí pra hora do Brasil, deixei o marido em casa e em plena quarta-feira saí pra dançar com os dois. Eu toda linda, vestido preto na altura do joelho, decote generoso nas costas, cabelo solto, cheirosa, e um belo salto.

Amo dançar Black Music, é sexy, a pista começou ferver, outros homens chegam perto para dançar comigo, não passo despercebida em nenhum lugar por mais que eu queria, sem salto já tenho 1,80m. Ele já grudou na minha cintura e não me largou o resto da noite, pintou o clima, mais segurei a onda, não confio em amigas.

Mulheres são traíras por natureza, são poucas as que confio, nesse dia ele me deixou em casa, levou minha amiga embora, ela já ficou interessada no dinheiro do cara, carrão, esbanjando grana, mais não virou porque não era o que ele queria.

No outro dia o clima na minha casa era insuportável, até então nunca havia chegado às vias de fato, respeitei o máximo que pude, mais depois das acusações, resolvi escutar com razão, o amigo me ligou para pegar um cinema, disse que não conseguiu me tirar da cabeça, (muito menos eu) e marcou um cinema.

Mesmo assim eu quis relutar, tinha certeza que não rolaria nada, super segura, porque estava de Chico e o cara não ia querer me comer assim, não na primeira vez. Ainda pra garantir, fui com a lingerie descombinada e calcinha cor da pele, nada mais broxante, tipo táticas que usava para não dar.

Cineminha básico, não sei nem o filme que estava passando, até hoje! O bicho começou pegar e fomos para a casa dele, AMO homens que moram sozinhos. Quando vi já estava na cama dele de quatro pedindo pra me foder com mais força, dane-se o Chico, a calcinha descombinada, não reparei nem o tamanho do pau, dane-se tudo, eu só queria era ser comida e gozar.

Com esse meu amor platônico-delícia foi a primeira trepada de muitas!

Ele é o bom, é o bom é o bom!!!!

Não faço a linha do cheguei pra abalar, não flerto com todo mundo, sou até muito recatada em público. Faço a linha menina de família, responsável, bem humorada, do tipo pra casar!

Aquela que você pode levar para almoçar em casa aos domingos ou em festa de família, vai ao cinema de mãos dadas, leva pra jantar antes de pegar um motelzinho, liga pra dizer bom dia ou boa noite, a namoradinha.

Porque ainda faço toda essa linha, toda menininha, mulherzinha meiga, de difícil acesso, que não vai pegando logo no pau, nem sentando no colo, que insinua e corre, que escolhe e deixa o homem se sentir o fodão, com algumas exceções claro, porque não é sempre que tenho saco e paciência pra brincar de gato e rato.

Brinco de gato e rato e dou uma de difícil quando escolho a próxima vítima, o problema é que fazia isso com vários ao mesmo tempo, e por baixo dos panos tinha um personal sex me atendendo.

Sim, porque pra alguém eu tinha que dar, porque se fazer de difícil é só charme, ninguém agüenta viver de cineminha, beijos e abraços, o pior é que quando liberava pra um desses que eu levava no banho-maria eles ainda se sentiam honrados e me davam um puta valor.

Sim tudo é hipocrisia, homens gostam disso, ficam horrorizados em saber que você comeu o dobro de homens do que eles pegaram de mulher, então é de fino trato fazer a linha de boa moça.
Eles querem se bem servidos mais não querem saber como você aprendeu, por exemplo colocar camisinha com a boca, nem escutar comparações, porque o atual sempre tem que ser o melhor, o mais gostoso, o que te faz gozar delícia o mais tudo, mesmo não sendo.

É preciso muitas vezes anular a vontade de dizer: amor, não é assim, é assim... Tem sempre que se fazer de burra, dar as coordenadas e depois no final o cara se achar o rei, não tenho problemas com meu ego, posso passar por anônima na platéia.
Eu gosto é de me divertir, só isso.

A primeira vez...

Tenho trinta e poucos anos bem vividos, me diverti muito e pretendo me divertir o resto da vida, mais a única coisa que vem ao caso aqui são minhas diversões entre lençóis. Estou aqui para relembrar e me divertir com minhas histórias, mais de forma anônima.

Todas as pessoas tem seu lado B, de bemmmmmm mais gostoso. Aquele que aos olhos nus às vezes passam despercebido, o que a pessoa só deixa revelar quando deseja. Não estou preocupada com rótulos ou em agradar o leitor, nem sei se vai ter um leitor...

Aqui eu só quero extravasar, rir de mim, rir dos outros e deixar rir. Porque sexo é diversão, é parque de diversão de adultos, quanto mais vivo, mais tenho certeza que nada sei, isso em qualquer situação na vida.

Nunca digo dessa água não beberei, digo apensa que a vida são feitas de oportunidades e quando elas batem com o desejo, bingo! A combinação é perfeita.

Sou mulher, comprometida, aliás sempre estou comprometida, não dependo emocionalmente de uma companhia, mais meu corpo precisa disso, e não há melhor forma do que encontrar sexo de qualidade do que dentro de uma relação.

Tudo bem que algumas vezes tem a rotina, mais dá pra arrumar sempre um jeito novo de brincar, é gostoso saber que você sempre tem alguém à disposição no alcance das suas mãos, uma cobaia pra ser testada e condicionada.